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13º Congresso Nacional de Gestão Eclesial

Postado por Pe Moacir Ramos Nogueira em 15/jun/2017 - Sem Comentários

Quero partilhar com você uma experiência maravilhosa que fiz, no período de 8 a 10 de junho, em São Paulo, quando tive a oportunidade de participar do 13º Congresso Nacional de Gestão Eclesial (CONAGE). No mesmo local, acontecia a Expocatólica. Uma experiência única; gente de todo o Brasil. Foi bonito e gratificante ter participado.

Foram três dias de congresso; treze palestras, com habilidosos palestrantes.

A saber:

1. Liderança conectada ao comportamento humano. (Fred Pacheco). Um caminho para que a liderança seja efetiva é a consolidação de um relacionamento consistente e produtivo entre líder e liderado, mesmo com todas as suas diferenças e potencialidades.

2. A nova gestão financeira na prática. (Francisco Antônio Maciel Novaes). A ciência administrativa é muito importante na gestão financeira, pois nela encontramos atitudes gerenciais importantes como planejar, possuir, registrar, controlar e analisar os resultados. Portanto, desconsiderar o conhecimento administrativo pode ser um risco que poderá trazer consequências dolorosas para os párocos gestores de uma paróquia.

3. Oratória para líderes religiosos. (Reinaldo Polito). Evangelizar com sabedoria e utilizar técnicas da oratória embasadas em pensadores, poderá elevar o nível de relacionamento e cumprimento de sua missão na Igreja de hoje.

4. Autogestão e empreendorismo: aprimorando e habilitando gestores comprometidos. (Adolfo Plínio Pereira). Para nutrir uma gestão focada, inovando no aprimoramento de uma liderança de resultado, é preciso estar atento à metodologia Humares – liderança humana e de resultados, em oito pilares. Democracia, foco em pessoas, carisma, fortalecimento do trabalho em equipe, planejamento – organização – controle, eficiência, foco em metas, qualidade e mudanças.

5. Maria, inspiradora da gestão eclesial. (Afonso Murad). Deixar-se surpreender por Deus, desenvolver o espírito de aprendiz, questionar, discernir e frutificar.

6. Paróquia renovada – sinal de esperança: maneiras para administrar conflitos paroquiais. (Dom Edson Oriolo). Os conflitos paroquiais partem de toda organização. O pároco tem de ser um gestor de conflitos para ajudar a sanar os conflitos paroquiais.

7. Gestão da adaptabilidade paroquial: seja um missionário adaptando-se à uma sociedade em mudanças. (Pe. Jésus Andrade Guimarães). Fundamental nos parece, que para gestar a adaptabilidade nas paróquias, precisa-se abandonar o cômodo critério pastoral: “fez-se sempre assim”. Tonar-se um missionário é adaptar-se de acordo com as necessidades, situações e circunstâncias.

8. Parceria entre paróquias e empresariado: espiritualidade cristã e espiritualidade corporativa em prol do bem comum. (Aristides Luis Madureira). O que sobra em um, carece no outro. Os gestores de ambos os setores, encontram na troca de experiência e em ações concretas de parceria, oportunidade de ajuda mútua e transformação social.

9. Inovação digital e redes sociais. (Juliano Kimura). É preciso conhecer e estar aberto às principais ferramentas de comunicação digital. Tais ferramentas o ajudará a desenvolver suas tarefas com mais praticidade e entendimento de suas aplicabilidades, e com o propósito de melhorar e administrar seu tempo.

10. Competências para inspirar uma gestão de qualidade. (Ezequiel Manoel Baú). Para que a Igreja se renove em sua estrutura e ação, é necessário que ela utilize novas técnicas em gestão de pessoas, gerenciamento e planejamento financeiro, exercício das atividades pastorais, apresentação e acompanhamento da fé, criação e sustentação de grupos de decisão e ação.

11. Trabalho social em rede: por uma opção social pelos pobres. (Frei Rogério Soares, O.DE.M). A paróquia é um lugar privilegiado para se desenvolver um trabalho sério e organizado em prol dos pobres. Para isso, é importante pensar a caridade organizada e responsável.

12. O uso correto das redes sociais nas paróquias e comunidades. (Fábio Castro). Realizar uma comunicação que envolva uma equipe comprometida será sempre um desafio, sobretudo nas redes sociais. O conhecimento de estratégias e ferramentas digitais nas igrejas são recomendadas atualmente para que se obtenha melhores resultados nas ações e mantenha um compromisso permanente entre envolvidos com a comunidade.

13. A arte de convencer – o atendimento de qualidade na gestão eclesial. (Pe. João Carlos de Almeida, scj). As pessoas que procuram uma paróquia, esperam encontrar uma porta aberta, mas também, um sorriso aberto e um espaço aberto para fazer parte desta família que chamamos Igreja.

No CONAGE tive um grande aprendizado. Por isso, quis partilhar com você que é o responsável pelo resultado de todos. Em síntese, gestão bem sucedida é sinal de transformação!

Pe. Moacir Ramos Nogueira – Pároco